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Anfiteatro da Casa do Médico Santo André é reinaugurado após ampla modernização

A Associação Paulista de Medicina Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra reinaugurou, no dia 23 de fevereiro, seu anfiteatro na Casa do Médico. A entrega do espaço ocorreu logo após a reunião mensal da diretoria, marcando oficialmente a retomada das atividades presenciais no auditório.

A reforma foi necessária depois que fortes tempestades atingiram a região no primeiro semestre de 2025 e provocaram o alagamento do telhado do prédio, resultando na queda de todo o forro do auditório e no comprometimento significativo da parte elétrica do imóvel. Diante da gravidade dos danos, as atividades presenciais na Casa do Médico precisaram ser temporariamente suspensas.

Durante a reinauguração, o presidente da Regional, Dr. Newton Ota Takashima, destacou o empenho coletivo para a conclusão da obra e o significado do momento para a entidade. “A Casa do Médico é a nossa casa e existe para promover integração e benefícios a toda a classe médica da nossa região”, ressaltou. A frase resume o espírito que norteou cada etapa da recuperação do espaço.

A reabertura do anfiteatro simboliza não apenas a superação de um episódio adverso, mas também o fortalecimento institucional da Casa do Médico Santo André. O espaço renovado amplia as possibilidades de realização de atividades científicas, encontros associativos e eventos voltados à atualização profissional, reforçando o compromisso da entidade com a valorização da classe médica.

Com a conclusão das obras neste início de 2026, a diretoria convida os associados a conhecerem as melhorias implementadas e a participarem ativamente das próximas iniciativas – uma já agendada para março e outra para abril. A expectativa é que o anfiteatro, agora mais moderno, seguro e eficiente, volte a ser um ponto de encontro permanente para a integração dos médicos de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

Obra priorizou segurança e eficiência

Segundo o presidente, mais do que recuperar o espaço, a diretoria optou por investir em soluções estruturais que garantissem maior segurança e prevenissem problemas semelhantes no futuro. Entre as principais intervenções realizadas estão a troca completa das telhas e o aumento da inclinação do telhado, proporcionando melhor vazão da água da chuva. Também foram criados novos fluxos de drenagem, tanto no telhado quanto no subsolo do imóvel, além da adequação da saída de água para a rede pública.

Como a queda do forro comprometeu integralmente a instalação elétrica, a iluminação e a sonorização do auditório, todo o sistema teve de ser substituído, incluindo fiação, eletrocalhas, luminárias e alto-falantes, o que possibilitou ganhos qualitativos importantes. Com equipamentos mais modernos e funcionais, o anfiteatro passou a contar com melhor desempenho de iluminação e som, elevando o padrão para a realização de reuniões, palestras, cursos e eventos científicos.

Como ocorre em obras dessa magnitude, a equipe responsável se deparou com instalações antigas que não constavam nos projetos originais, o que exigiu adaptações no planejamento inicial. Em alguns momentos, a diretoria decidiu ampliar o escopo das intervenções, priorizando soluções que trouxessem mais segurança, praticidade e economia a médio e longo prazos.